
SINOPSE CURTA
AMAZÓS
A Tribo da Serpente
Quando LUNA (Hali), uma jovem de 30 anos, desperta de um coma de dois anos sem memórias, mas balbuciando um dialeto indígena extinto, o mistério de sua origem traz à tona um segredo guardado a sete chaves no código genético humano. Sua anomalia sanguínea a conecta ao maior mito da história do Brasil: Guerreiras Amazonas (TROCAR NOME), que, no século XV, enfrentaram invasores europeus para proteger o verdadeiro "Santo Graal".
Longe de ser apenas folclore, a lenda revela que a tribo protegia o DNA cósmico plantado na Terra por 13 Matriarcas vindas da constelação de Ophiuchus (o Serpentário). No presente, enquanto a ciência moderna funde o DNA de descendentes como o ativista Juan e a jovem Luna, o poder do genoma adormecido é destravado, desencadeando uma caçada mortal por antigos inimigos do matriarcado.
Após um trágico acidente aéreo colidir com Juan e Luna no coração da selva amazônica, os ecos da ancestralidade despertam: eles terão de decifrar os segredos da tribo da serpente para garantir não apenas suas vidas, mas o último salto evolutivo da humanidade.

Esqueça a palavra "LENDA" e pense em "MITO". O que nos foi ensinado sobre a evolução da espécie a partir de um primata, era apenas a cortina de fumaça sobre um segredo mitológico codificado em nosso próprio sangue.
Em AMAZÓS, somos convidados a questionar tudo o que sabemos sobre a formação do mundo, da religião e do nosso próprio DNA. Com uma arquitetura narrativa que desafia gêneros, a obra transita com maestria entre a crueza das batalhas pré-coloniais na Amazônia, a sofisticação da mecânica quântica e a profundidade dos mitos esquecidos.
Esqueça a frágil donzela aguardando resgate; aqui, a força motriz do universo é inegavelmente feminina, feroz e estelar. Acompanhar a jornada das GUERREIRAS no passado, e a angustiante corrida contra o tempo de LUNA
no presente, é testemunhar um quebra-cabeça genial sendo montado peça por peça ao longo dos séculos.
Mais do que um thriller genético ou uma fantasia histórica, AMAZÓS é um manifesto sobre raízes, sobrevivência e a eterna dança dos polos opostos. Uma leitura magnética e obrigatória que ecoará muito depois de a última página ser virada.
HALI-EL BROWN
BOOK FLAP
PROLOGO / ARGUMENTO
FORMATO: Trilogia Literária / Franquia Audiovisual
AUTORIA: Leilah Moreno
GÊNERO: Fantasia Épica, Romance, Ficção Científica, Ficção Histórica, Drama Ancestral.
LOGLINE: Quando uma jovem desperta de um coma profundo sem memória, porém falando um dialeto extinto,
o segredo da maior lenda brasileira vem à tona: oo surgimento de uma aldeia só de mulheres (O primeiro exercito brasileiro século XV)
que eram na verdade, as guardiãs do DNA REAL da humanidade, do qual é a chave para a evolução final da nossa espécie.

PROLOGO DE INTRODUÇÃO: A fusão dos polos (Resumo)
Antes do tempo e tudo ser criado, a consciência pura de "UNA" era dividida em duas polaridades perfeitas:
o Deus Pai (ação/lógica) e a Deusa Mãe (intuição/criação). Estas duas energias se fundiram e da explosão cósmica
(orgástica) criaram-se mundos e o universo.
UNA, em sua grande sabedoria, deu vida em proporções menores a seres de energias similares a sua, porém dividindo em dois grupos
de polaridades dintintas (masculina e feminina) para semearem diferentes mundos e iniciar processos de evolução de espécies através e suas próprias fusões.
O mundo que conhecemos como "MÃE TERRA", além de um organismo vivo de polaridade feminina, é onde nossa saga
ganha vida criando uma nova narrativa para a origem e polarização da humanidade.
Fractais de UNA de energias masculinas (por religiões denominados anjos e arcanjos) foram enviados a 13 partes do
mundo em várias eras diferentes, para semear AVATARES ligeiramente evoluídos (Buda, Sannandah, Yeshua, Oxalá, Osíris, Shotoku, Baldur, Odin, Prometeu, Sumé, juruparí (Brasil), Quetzalcoatl...) que desempenhariam papéis importantes na evolução
(da já existente) espécie humana.
Alguns tiveram exito em suas tarefas, porém outros foram mal interpretados ou endeusados levando
nações ao desequilíbrio de polaridades e rivalidade de gêneros por eras.

Por outro lado, 13 Matriarcas de altíssima frequência feminina (Constelação de Ophiulcus / 13º signo zodiacal - O Serpentário)
foram enviadas para para diferetes regiões com o mesmo intuito, porém seguindo um sentido intuitivo, semeando aldeias
remotas de menores numeros populacionais, concetrando e administrando ensinamentos também por eras.

Ensinaram não só mulheres sobre expansão da conciência e o poder do sagrado feminino, como instruíram casais escolhidos (Adam, Eva...) sobre o domínio da Kundalini (energia sexual), manipulação dos 43 sentidos Extra físicos (intuição, bi locação entre dimensões, autocura, viagem no tempo, reencarnação...) e a fusão das polaridade entre sí para alcançarem a o ultimo estágio da evolução humana rumo a transmutação final (fusão com UNA ou vida eterna).

Contudo, seus ensinamentos também foram mal interpretados e posteriormente distorcidos. Sentindo os efeitos (intuitivo e criador) das MATRIARCAS ANCIÃS, as lideranças PATRIARCAIS (lógica e dominadora) entraram em ascensão por milênios até a chegada da violenta Inquisição (em 1184 d.C.), onde se iniciou caça a essas mulheres sábias e seus descendentes, chamando-as de "bruxas" e deturpando o 13º arquétipo zodiacal (Serpente). Assim como banindo da história da humanidade sua real origem de sangue e a constelação da qual a sabedoria feminina residia

Para proteger os ensinamentos da transmutação e o DNA "sangue real", as 13 MATRIARCAS sobreviventes recuaram para a selva mais profunda do planeta, fundando a impenetrável cidade de pedra, que por séculos seria protegida por uma aldeia de indígenas
denominadas “Tribo da Serpente".
Esta aldeia seguia um regimento matriarcal e originário onde apenas mulheres residiam e seguiam um um calendário perfeito de
13 meses e 28 dias (por mês) para a principio, sincronizarem os períodos férteis e menstruais. Porém esta sincronização guardava
um segredo muito maior não apenas sobre as serpentes, mas toda espécie humana... mais precisamente, "MULHERES".

Em meados do período pré-colonial (entre 1430 e 1525 - PESQUISAR DATAS), a Tribo da Serpente vive seu isolamento matriarcal.
CELCY, uma indígena de 45 anos considerada estéril e pacífica, é um espécie de botânica e lavradora da aldeia.
Cargo que adotou após decidir se ausentar dos rituais de acasalamento e adotar uma filhote onça deficiente visual,
as mantendo unidas e longe das demais aldeãs e em isolamento na selva.


Enquanto a aldeia vivia a ultima noite de cerimonia do acasalamento com a tribo dos homens, CELCY vive uma experiência mística
e fantástica após ingerir a infusão do chá de cipó sagrado e adormecer sob uma árvore de Jurema .
Viagiada pela cega e sensitiva onça Jupira, CELCY visualiza luzes reluzentes no céu vindo em sua direção, que em questão
de segundos a cegaram com o brilho e materializaram-se 13 mulheres diante de seus olhos.
As matriarcas a olhavam profundamente não pronunciando uma palavra sequer, porém lhe transferiram instruções (secretas) telepáticamente e desaparecem imediatamente.


CELCY acorda debaixo de uma tempestade torrencial, com falta de ar e fortes dores abdominar e ao tocar o ventre se dá conta que teria adormecido (9 meses em astral) e espantosamente estava gestante em avançado estado de trabalho de parto.
Ela dá a luz a um casal saudável, cheio de vida e perfeitos opostos. Um menino sereno e silencioso, e uma menina agitada que chorava
em plenos pulmões podendo ser ouvida até a aldeia vizinha.
Após explicar para as aldeãs o acontecimento místico, porém e realista, ela batiza seus filhos (JURUPARY e TIPÁ - Feminino para TUPÃ)
e sussura em seus ouvidos o destino (secreto e inacreditável) que lhes foi reservado, segundo as 13 matriarcas.

TIPÁ-TUPÃ era a materialização da profecia da "Semente Estelar”, da qual ouviaM de suas ancestrais sobre a chegada de uma criança vinda das estrelas detentora da sabedoria do universo e que comandaria uma grande batalha no futuro liderando a aldeia.
Na infãncia atrai tanto admiradoras por ser extremamente Habilidosa e inteligete, porém por ser filha de uma inseminação
controversa, ao mesmo tempo que era “a serpente do céu”, também recebia rejeição de algumas aldeãs que desacreditavam
em sua origem estelar e direito de liderança.


Na aolescência TIPÁ se torna uma guerreira letal e se prepara para liderar a tribo aos 19 anos, porém seu irmão gêmeo JURUPARY,
rejeitado pela aldeia das mulheres, como costume ancestral, cresceu na tribo dos homens isolado, pois além de viver sob a sombra
de sua irmã, era hostilizado pelos joves de sua aldeia (filho de ninguém, árvore seca, céu sem estrela...)
(Esta relação será o grande gancho dramático e plot-twist do livro 2).

Tudo flui normalmente até que o destino da selva é selado quando uma cruzada de espanhóis (invasores europeus
em busca do El Dourado - Pesquisar cruzadas na américa latina) invadem as terras sagradas.
As guerreiras avançam em direção a eles, que subestimaram o pequeno grupo de mulheres e foram esmagados pelas serpentes...
E assim foi travada a primeira luta entre os espanhóis em solo pindorama, porém nunca relatada nos livros de histórias por dois motivos... O primeiro, não sobreviveram pra contar (pelo menos até então), e o segundo... não seria de interesse da nobreza e do clero
que uma expedição robusta e preparada teria sido dizimada por uma aldeia de mulheres sem armas de fogo.

Porém, dois homens sobreviveram ao terem se desprendido do grupo 3 dias antes e ficarem perdido a beira do rio
por 3 dias a espera de um resgate, que nunca aconteceu, pois seus companheiros estariam mortos.
“TIPÁ”, que vistoriava a região a procura de seu colar perdido na batalha, encontrou o homens vagando nas proximidades
e voltou comsuas companheiras em peso para estudar suas ações e preparar uma emboscada para captura-los.
JEAN DUH VRAIN (Ou RAVÍ DUH VRAIN) era um jovem voluntário da expedição, que por fazer parte da nobreza espanhola e ser descendentedos antigos Merovíngios (cavaleiros templários) , carregava responsabilidade e respeito entre os demais.
Se alistou para a expedição com o intuito de voltar consagrado como conquistador de continentes e adiar seu casamento
arranjado com uma jovem da nobreza. Mesmo carregando a tarefa de "conquistar" terras distantes, era um rapaz de alma leve,
sorriso largo e dono de um bom coração. Bom até demais para FREI ALLAN...
“FREI ALLAN”, um homem de 35 anos que servia a igreja e foi designado para a expedição (contra vontade própria e em forma de castigo) tinha como missão dar extrema unção aos homens que viessem a morrem durante a viagem. Conservador e de temperamento sisudo,era a representação do arquétipo da inquisição.

Por estarem em dupla e não oferecerem risto a aldeis, foram capturados e mantidos prisioneiros para serem estudados em suas estratégias de guerra e entender quando possivelmente existiria uma nova tentativa de invasão.
No início tentaram fugir inúmeras vezes sem sucesso, pois elas pressentiam seus passos mesmo antes que eles os executassem,
porém ao longo de 2 anos exilio e convivência, ambos se adaptaram trocando experiências e as ensinando o idioma.
Que veio despertar descontentamento e indagações da parte da aldeia dos homens.

TIPÀ e JOVEM JEAN criaram uma conexão desde o primeiro momento se entendendo pelo olhar.
A ligação entre eles ficava cada vez mais íntima e natural, assim como a comunicação, pois TIPÀ estava aprendendo
o idioma e o ensinava o seu, que aprendera com rapidez por conta de seu incanto por TIPÀ
Percebendo a aproximação dos dois, FREI ALLAN se sente enciumado, pois em um determinado momento tentou
se aproximar da moça, que não lhe deu abertura.

JURUPARY (irmão gêmeo de TIPÁ) sai a procura de sua irmã decidido a propor uma aliança e apoio para que ele também venha ser respeitado por direiro de nascença. Porém, presencia o primeiro beijo do casal que se banham juntos no rio, fazendo com que se sinta traído. Ele vai até a aldeia dos homens para contar, o que culmina em um desentendimento entre a aldeia feminina com a dos homens que se veem traídos por não poderem conviver com a aldeia das mulheres por séculos e agora estão a ver um homem branco conviver
com a futura líder delas.

FREI ALLAN, aproveita um momento de fragilidade de TIPÁ a surpreende acusando de bruxaria, afirmava que JOVEM JEAN
se encontrava enfeitiçado e que ele deveria mata-la em nomde de DEUS
Ela se defende e eles entraram em luta corporal, porém ALLAN a afoga no rio e foge em direção a mata.
TIPÁ é encontrada morta por JEAN, que devastado a carrega até a aldeia das serpentes.

JURUPARY e a aldeia dos homens chegam para reivindicar seus "direitos" e ao se depararem com TIPÁ sem vida, culpam JEAN pelo ocorrido e pedem para mata-lo. A então CACIQUE impede e ordena que JEAN corra pela mata até o mais longe que puder
e não volte mais, pois do contrário, será morto.

Desorientado e JEAN se sente culpado por não protege-la e cai em lágrimas, porém recebe a visita de uma "MULHER" (a representação de JUPIRA), que o orientou sobre seu compromisso na terra frizando que tudo estava acontecendo exatamente como deveria ser e que
seus caminhos ainda se cruzariam. JEAN, sem entender o que isso significaria (pois tipá estava morta) segue na mata sem destino.

Sem a presença de homens e alinhadas com o vortice da lua cheia, as serpentes decidem realizar pela primeira vez o ritual de invocação da DEUSA, do qual só tinham ouvido falar por suas ancestrais, porém era a única chance do regresso de TIPÁ.
Fogo, tambores, ervas, corpos pintados, danças circulares, conexão colmeia, cânticos de alta frequência (fresquência sonora), chá decipó e a invocação da DEUSA aconteceu... Uma cena vibrante e indescritível! (cena ressureição TIPÁ)

Ao encontrar JEAN desorientado, ALLAN o convence que TIPÁ foi morta por um indígena (do qual ela seria prometida).
Ele mente para ganhar a confiança de JEAN e o convence a voltarem juntos para Europa.
JEAN aceita e eles fogem, pois JURUPARY o caçava acreditando que teria culpa na morte de TIPÁ. Eles viajam até voltar a Europa

8 meses após o RITUAL, TIPÁ decide não mais esperar o retorno de JEAN e seguir seu destino, porém ao descobrir que estaria gravida de gêmeos, toma a decisão mais dificil de uma líder. Escolhe não mais fazer parte do regime matriarcal das serpentes e criar os dois filhos juntos, o menino COARACY e a menina YACÍ, se desligando então de suas obrigações de líder e indo viver em uma oca separada da aldeia.

JEAN e ALLAN são recebidos com honrarias e títulos e seus relatos Inspiram uma nova expedição que viria a acontecer décadas depois (1500 dc.) pelos Portugueses .Amargurado e desencantado, JEAN se casa (com CLOÉ, confidente de FREI ALLAN) para manter uma aliança firmada na adolescência (antes de sua viagem para AMAZONIA), e eles tem um filho (Plot-twist - Filho de ALLAN).
JEAN (sem escolha), convive com FREI ALLAN (mas sente que o mesmo esconde algo), que por sua vez, alega tê-lo tirado de lá para protege-lo das “bruxas”, como chamava a aldeia da serpente. ALLAN mantém CLOÉ como cumplice e confidente, se aproveitando de sua carência e frágilidade, sendo quase uma vítima da própria necessidade de ter posse sobre JEAN.
ALLAN a usa para fins de suas maldades e artimanhas por terras, títulos e poder, pois CLOÉ vinha de uma linhagem de nobre,
diferente de JEAN que era de precedência de consquitadores ascendentes, que acordaram essa união para fins de alinça.

TIPÁ, após ter visões (da grande batalha prevista pelas ancetrais), onde ela lideraria a aldeia das serpentes conta invasores, decide levar
seus filhos a arvore de jurema sagrada onde CELCY (sua mãe) foi inseminada, conta a eles sua linhagem estelar e dá início ao processo
prepara-los ,ental, fisico e energéticamente para a batalha que se aproximava.

FREI ALLAN detalha em um manuscrito todas histórias que ouviu, presenciou e tudo que vienciou nos dois anos aprisionado, revelando
a CLOÉ sobre o que RITUAL de ressureição de TIPÁ, que teria presenciado as escondidas antes de encontrar JEAN.
Este acontecimento extraordinário o levou a crer que todas mulheres da tribo podiam renascer das trevas e as denominou BRUXAS, representando perigo para outras mulheres e uma ameaça ao patriarcado.

CLOÉ, que detém conhecimento do verdadeiro desfecho e da ressureição de TIPÁ, (segunda vilã do século XV), tem um momento
de redenção ao se ver cansada de não ter o amor correspondido e decide entregar os manuscritos e diários ALLAN.
JEAN descobre a causa da morte de TIPÁ e sobre o ritual de ressureição, assim como sua gravidez, da qual ela teria revelado
ao FREI ALLAN segundos antes de morrer (pela primeira vez).
ALLAN chega e entram em um embate, onde o mesmo revela que o filho de CLOÉ é na verdade bastardo, fruto de uma armação.
JEAN o espanca até quase a morte e vai embora prometendo voltar e encontrar TIPÁ.
JEAN parte rumo as terras sagradas em busca de TIPÁ (e os filhos, que ainda não sabia da existência).
ALLAN se recupera e convence a nobreza que JEAN ainda está enfeitiçado e organiza uma expedição para resgata-lo, porém
movido pela rejeição de TIPÁ nunca superada, seu verdadeiro intuito seria voltar para rapta-la e dizimar a aldeia da serpente.


JEAN chega 8 meses antes, reencontra TIPÁ em sua nova situação e conhece seus dois filhos, que o evitam no primeiro momento,
pois estão crescidos e moram com a mãe em uma oca próxima a aldeia das mulheres.
TIPÁ, que já não faz mais parte da sociedade das mulheres, se rende ao amor avassalador por JEAN e eles revivem a paixão jamais esquecida. Convivem pela primeira vez como um casal livre por 8 meses, enquanto JEAN se esforça para conquistar a confiança
de seus filhos gêmeos (que aprenderam a língua dele com a mãe)
Porém a embarcação de ALLAN chega e a segunda batalha está prestes a acontecer.
JEAN e seu filho menino COARACY correm em busca da tribo dos homens pedir ajuda (Que se negam no primeiro momento).
TIPÁ (que está gravida de 7 meses novamente de JEAN) corre para alertar a aldeia das mulheres que se preparam para a batalha.
Neste momento ela se depara com a profecia dita pelas 13 matriarcas (da qual abriu mão no passado para pode criar seus dois filhos juntos) onde se tornaria a líder da aldeia e lideraria uma batalha épica pela sobrevivência de seus descendentes.
Dessa vez ela não rejeita seu posto e toma frente.
Elas batalham contra as tropas de ALLAN (Descrever este epsódio épico) e embora a aldeia dos homens tenha chegado a tempo de somar com as Serpentes, todos os lados perdem.
JEAN morre tentando defender seu filho e neste momento os homens da embarcação européia sente o golpe
e recua em forma de respeito, pois não estavam totalemente convencidos de que atacar a aldeia das mulheres seria o certo
a se fazer e a morte de JEAN veio como uma resposta para esta questão.
Porém ALLAN não concorda os chamando de coverdes e promete aniquilar todas as mulheres da aldeia, que aproveita a baixa guarda
de todos, saca seu mosquete e efetua um disparo no peito de TIPÁ caindo de joelhos.

Elas batalham contra as tropas de ALLAN (Descrever este epsódio épico) e embora a aldeia dos homens tenha chegado a tempo de somar com as Serpentes, todos os lados perdem.
O menino COARACY pula nas costas de ALLAN e tenta desferir socos no mesmo que o joga no chão e se afasta lentamente apontando a arma para todos ao redor. Ninguém o detém, pois as atenções estão voltadas aos mortos e feridos. Principalmente a TIPÁ (gravida) que mesmo ferida, consegue chamara pelos dois filhos e que correm para um ultimo abraço. (Descrever este momento trsite, porém emocionante e cheio de significados). TIPÁ orienta COARACY para que vá para a aldeia dos homens e seja o braço direito de seu tio "TUPÃ" (irmão gêmeo de TIPÁ), que junto com JUREMA (rival e amiga de TIPÁ) chegam neste mesmo momento e se emocionam
com a cena. TUPÃ acena com a cabeça e promete tornar COARACY dígno de liderar a aldeia.
- TIPÁ: Você será o líder TUPÃ. Esta é sua missão e eu a ví sendo cumprida por muitas luas. Lute pela união das aldeias, pela proteção da cidade da grande mãe e pelo nosso sangue (olhando para as duas crianças).
O menino COARACY não concorda e em sinal de protesto sai correndo em direção a mata fechada.
- TUPÃ: Fique em paz minha irmã, eu vou atrás dele e vou cuidar como parte de mim. (Tupã vai atrás de COARACY)
- TIPÁ: Vá para a floresta e se proteja na cidade da grande mãe e se proteja. Lá ninguém pode lhe ferir.
- YACÍ: Mas eu já tentei encontrar a entrada e não consegui. Talvez eu não seja uma serpente... Eu se eu não conseguir de novo?
- TIPÁ: Você é a chave que abre todas as portas da cidade da grande mãe. Se não conseguir, ela encontrará você. Acredite!
TIPÁ avista ALLAN e pede pressa. Elas então saem correndo em direção a mata
(São seguidas por uma onça pintada que observavatudo detrás de uma moita)
Para YACí, TIPÁ dá instruções diferentes, pois ela carregava o DNA da serpente e um dia seria a protetora do segredo das matriarcas.
Elas encostaram testa com testa e todo conhecimento foi trasferido de mãe para filha como um download de informações.
(Elaborar instruções para YACÍ que serão cumpridas no futuro por LUNA).
YACÍ agora detem o maior conhecimento da humanidade desde a criação de tudo

TIPÁ tem consciência que ao se conectar com a grande mãe poderia transmutar e evitar sua morte, porém escolhe doar
sua energia transmutativa para salvar o bebê (AMONÁ) em seu ventre e assim o fez.
AMONÁ desaparece do ventre de TIPÁ (Saltando no tempo para renascer no livro 3) e assim TIPÁ dá seu ultimo suspiro.
OBS: O bebê nascerá como filho de LUNA e RAVI nos dias atuais (Se chamará AMON), sendo a fusão dos polos feminino e masculino,
o DNA perfeito (arquitetado pelas 13 matriarcas) e o sangue real dourado. A criança será o gancho para o desfecho da saga.

A escolha de TIPÁ é sentida e notada por toda aldeia das mulheres que entendem o ocorrido e se curvam perante o ato.
Uma comoção se dá de ambos os lados e os diferetes entendem que a luta acabou alí.
Europeus resgatam os corpos de seus entes e as indígenas fazem o mesmo com a aldeia dos homens.
Fica claro neste momento que a união das aldeias será o destino daqui por diante, marcando o fim da era
matriarcal da aldeia da serpente.
Um europeu (amigo de infância de JEAN - Criar personagem) vai até elas e as orienta para que tirem YACÍ dalí,
pois ALLAN teria voltado a embarcação para pegar armas e prometeu voltar para caçar a menina.
TIPÁ, já sem forças, olha para sua rival JUREMA que entende sua vontade e se prepara para fugir com a menina


ALLAN não se dá por satisfeito e decide ir para a mata atrás da filha de TIPÁ (Cena da perseguição já escrita).
Dá ordens para que a embarcação não saia até que ele volte e leva 2 capangas consigo que seguem por 3 dias os rastros de YACÍ e JUREMA
Elas não conseguem chegar a tempo no portal da cidade das matriarcas e são pegas de surpresa por ALLAN, que obsecado pela habilidade da transmutação de TIPÁ, acredita que o segredo também está no sangue da menina e quer a todo custo leva-la junto.
Porém ao encurrala-las em frente a àrvore sagrada e debaixo de uma tempestade torrencial, um desfecho algoz viria acontecer...









JUREMA enfrenta os capangas e os fere com sua lança, porém ALLAN chega com COARACY amarrado e ameaça mata-lo caso continuem resistindo. JUREMA não acredita que ALLAN vá feri-la, pois tiveram um afair escondido no passado e se aproxima lentamente tentando (sinceramente) faze-lo enxergar seu lado humano e bom, do qual ela acreditava existir. Porém é pega de surpresa com um tiro no ventre
e cai desacreditada com a frieza de ALLAN, que empurra COARACY para os capangas e volta o olhar para CELCY.

ALLAN divaga (palestra) sobre tudo que viveu enquanto foi prisioneiro na aldeia e o quanto esperou por este momento
em que teria domínio de uma parte de TIPÁ... "Não tive a mãe, que seja a filha então!"
Ele é pego de surpresa por uma onça pintada que surge em sua frente, levando os dois capangas a fugirem,
porém ao tentar disparar, o mosquete falha. A onça está a ronda-lo, como se o estivesse distraindo, e enquanto ele busca
se esquivar e espanta-la com gritos e pedaços de galhos, YACÍ corre para tentar (sem sucesso) desamarrar COARACY.

COARACY fala em seu idioma com YACÍ e a lembra o que sua mãe os ensinou (neste mesmo local) sobre o poder de se tornar passaro e voar para longe. Ela diz que não sabe como fazer, e ele a conduz como um pequeno sábio a instruindo a conectar-se com a grande mãe.
YACÍ assim o faz! Uma chuva torrencial cai e um vortice de folhas a rondam em espiral... Fazendo com que ALLAN esqueça que a onça existe e passe a ter olhos somente para o acontecimento fantástico e inexplicável diante de seus olhos.

YACÍ está a pairar em frente a arvore mãe como se estivesse sustentada pelo vortice ao seu redor...
A chuva e a ventania o cegam parcialmente e mesmo incrédulo do que via, seguiu em direção a menina na tentativa de impedi-la
de continuar com o que quer que fosse acontecer a partir dali. Porém a onça salta em suas costas cravando os dentes em seu ombro e desta vez, seu mosquete dispara, afastando a onça para o lado.
Ao olhar em direção YACÍ, ALLAN carrega uma expressão de espanto, ao mesmo tempo que parece estar maravilhado com o que vê...
A menina desvaneceu como fumaça diante de seus olhos e alí ficou uma poeira fina e cintilante em seu lugar.
- ALLAN: É uma bruxa como a mãe... Fascinante... Vou encontra-las... Seja onde for!
A CHUVA PAROU!


PASSAGEM DE TEMPO (DIAS ATUAIS)
Uma mulher (LUNA) de 30 anos acorda e olha assustada para os lados...
Ela está deitava em uma cama hospitalar, vestida com abata em um quarto moderno dos dias atuais.
Um homem oriental (FRED) entra e abre a janela enquanto tagarela pelos cotovelos e cantarolando uma musica espanhola...
LUNA passa os olhos redor e não reconhece nada... Tenta falar e não sai som, tenta se levantar e não consegue...
Então percebe que está paralisada do pescoço para baixo e aperta os olhos tentando abri-los por completo...
Consegue parcialmente, poréM FRED está tão entretido montando a cadeira de rodas e falando sozinho que não percebe.
FRED – Ah que dia lindo e ensolarado. Bom para dar um passeio não acha CECÍLIA?
É mulher... 9 meses presa nessa cama e nessa cadeira... Nào é mole não!
Todos os dias eu me pergunto: Quem é você? Qual sua história?
Quem me paga para vir aqui todos os dias?
Aliás... quando falei para minha irmã que fui contratado para cuidar de você e não sei seu nome e nem quem me paga, ninguém acredita.
Nem uma visita... um documento... Nada em 9 meses... Nada!
Não sei se um dia vou ter essa resposta, mas uma coisa eu sei... Alguém está te escondendo aqui.
Agora, quem é e porque... Isso é um mistério. (Ele olha para ela)
LUNA então abre os olhos por completo e FRED leva a mão a boca...
Catatônico, solta um suspiro e desmaia!
FIM LIVRO 1
A HISTÓRIA CONTINUA...
LUNA, até um dado momento da história parece ser a encarnação de TIPÁ (A guerreira do século XV),
porém o Plot-twist acontece quando descobrimos que na verdade, seria YACÍ, filha de TIPÁ,
ARGUMENTO LITERÁRIO - LIVRO I: A TRIBO DA SERPENTE
O primeiro exercito brasileiro - SÉCULO XV/XVI
As guardiãs da cidade das matriarcas recebiam a visita da tribo dos homens 1 vez ao ano (Lua cheia de dezembro)
apenas para procriar, mantendo assim uma sociedade livre, respeitada e "energeticamente intacta".
Por viverem imersas em constante contato com os elementos da terra, tinham seus principais sentidos extremamente aguçados e a real conexão com o planeta. Porém, o poder mais fascinante que esta aldeia apresentava devia-se ao fato de seguirem uma sincronização perfeita com as fases da lua, fazendo com que possuíam manifestações inexplicáveis (Intuição extrema, telecinese, conexão colmeia, telepatia, elevação frequêncial, inteligência emocional e energética, alquimia vibracional, hipnose, força física extrema, bi locação...) das quais para elas seriam habilidades comuns, que as tribos dos homens não dominavam e temiam tais habilidades notáveis as protegiam contra inimigos e invasores.
As guardiãs da cidade das matriarcas recebiam a visita da tribo dos homens 1 vez ao ano (Lua cheia de dezembro)
apenas para procriar, mantendo assim uma sociedade livre, respeitada e "energeticamente intacta".
Por viverem imersas em constante contato com os elementos da terra, tinham seus principais sentidos extremamente aguçados e a real conexão com o planeta. Porém, o poder mais fascinante que esta aldeia apresentava devia-se ao fato de seguirem uma sincronização perfeita com as fases da lua, fazendo com que possuíam manifestações inexplicáveis (Intuição extrema, telecinese, conexão colmeia, telepatia, elevação frequêncial, inteligência emocional e energética, alquimia vibracional, hipnose, força física extrema, bi locação...) das quais para elas seriam habilidades comuns, que as tribos dos homens não dominavam e temiam tais habilidades notáveis as protegiam contra inimigos e invasores.
As guardiãs da cidade das matriarcas recebiam a visita da tribo dos homens 1 vez ao ano (Lua cheia de dezembro)
apenas para procriar, mantendo assim uma sociedade livre, respeitada e "energeticamente intacta".
Por viverem imersas em constante contato com os elementos da terra, tinham seus principais sentidos extremamente aguçados e a real conexão com o planeta. Porém, o poder mais fascinante que esta aldeia apresentava devia-se ao fato de seguirem uma sincronização perfeita com as fases da lua, fazendo com que possuíam manifestações inexplicáveis (Intuição extrema, telecinese, conexão colmeia, telepatia, elevação frequêncial, inteligência emocional e energética, alquimia vibracional, hipnose, força física extrema, bi locação...) das quais para elas seriam habilidades comuns, que as tribos dos homens não dominavam e temiam tais habilidades notáveis as protegiam contra inimigos e invasores.